Dia feliz e contente no verão:

Acordar cedo, tomar aquele banho gostoso, colocar o biquini vermelho de bolinhas brancas, partir para a praia com as amigas. Ipanema, Recreio ou Camboinhas, só preciso de uma praia vazia e gostosa. Pisar na areia, senti-la entre os dedos dos pés e das mãos. Passar protetor solar e revezar entre ficar postada no sol e dormir debaixo do guarda-sol. Beber uma cervejinha e água de côco gelada para refrescar. Ler o livro da vez. Comer uma empada de frango para engordar feliz, dar uma corridinha para fingir que perdeu a empada. Se possível, assistir o sol se pôr e tirar fotos para registrar.

Após recuperar-se com um belo banho e se lambuzar de hidratante (tendo a Xuxa e Monange como inspiração), a noite merece um bom e belo show de rock`n`roll acompanhada com as amigas e o gatinho da vez. Pode ser hardcore, classic, punk ou qualquer coisa boa. Um bom jazz ou blues faria “a” diferença.

Para terminar o dia feliz do verão carioca, dormir de conchinha sem hora para acordar no outro dia.

Dia feliz e contente no inverno:

Acordar tarde, tomar café na cama mais gostosa e debaixo do edredom mais gostoso do universo e assistir televisão até o horário do almoço. Tomar um belo banho, colocar uma roupa quentinha preferida,  ir ao galeto mais gostoso da cidade e enfiar o pé na jaca com aquela farofa de ovo deliciosa. Faz parte também tomar uma coca-cola para engordar feliz, voltar para casa e assistir a um bom filme – dormir mais um pouco na metade do filme para não perder o costume.

Após recuperar-se da soneca com um belo banho, a noite merece uma boa e bela peça teatral com as amigas ou o gatinho da vez. Comédia ou drama, por favor. Ou rimos ou choramos, os dois ao mesmo tempo não dá certo.

Para terminar o dia feliz do inverno carioca, dormir de conchinha sem hora para acordar no outro dia.

Be happy with your things.

P.S.: Todos engordam no inverno, pq será? =]

Não sou fã de Martha Medeiros e nem sei se este texto é realmente dela. Só sei que, em poucas palavras, a autora deste texto descreveu tudo o que penso. Trabalhamos, estudamos, somos filhas,  namoradas, sonhamos, lutamos e, acima de tudo, somos mulherzinhas.

Erramos diariamente, mas sempre em busca da felicidade ideal. Sim, as mulherzinhas, por mais que neguem, são sonhadoras! A minha  felicidade eu encontro de diversas maneiras todos os dias. Rindo de besteiras, lembrando de fatos e pessoas queridas, planejando e sonhando, fazendo o futuro acontecer, dando valor às pessoas que fazem a diferença … =]

“Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado,  decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!

E, entre uma coisa e outra, leio livros. Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho. Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.

É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.”

Muah

Assuntos de rodinha de chopp sempre terminam em discussões sobre relacionamentos, enfatizando a diferença de comportamento entre homens e mulheres. Refletindo acerca do tema “comportamento”, resolvi dissertar sobre a primeira lei do universo: desprezo gera atração. Não sejamos hipócritas, meus queridos! Quem nunca fez aquele joguinho dramático de /ignore a fim de despertar mais, digamos, atenção do paquera?

Facilmente enxergamos que, na maioria das vezes, o ser humano é podre e individualista em suas atitudes. Quem NUNCA desejou o mal, mesmo que por alguns segundos, para aquela vaca que roubou o seu macho? “Tomare que a unha dela fique podre”, “Que o marido fique broxa” e “Que o cabelo caia” são desejos mais que normais.

Noventa e nove por cento das mulheres têm a traição como a desconfiança que a faz arrancar mais cabelos e cometer mais loucuras. A maioria das mulheres optam por jogar na mesma moeda como opção de vingança e, sem pensar, ligam para o peguete número dois (aquele que foi jogado fora assim que conheceu o atual) para fazer besteirinhas. Confesso que este não é o melhor caminho, queridas. Foi-se o tempo que traição era remediada com a mesma moeda – acho que nunca houve este tempo. Escolha banal e patética, honey. O melhor caminho é o famoso desprezo.

Ahhhhh o desprezo. Tão difícil para muitos e tão fácil para poucos. Desprezar quem merece é uma dádiva, não é para qualquer um. É um trabalho árduo e difícil, que resulta em crescimento e experiências positivas. É no desprezo que percebemos que aquela pessoinha realmente não merece sua atenção e que existe diversão sem ela. Mas é também no desprezo que percebemos que os dias nem são tão divertidos sem o desprezado, a chuva nem é tão legal assim e aquele pôr-do-sol de domingo é um pé no saco. O desprezo é a aposta. Você não faz joguinhos com o outro, mas sim consigo mesma. Desprezo deve ser encarado como um momento de reflexão, acima de tudo.

Alguém muito espertinho (e sem muito o que fazer) montou um gráfico que prova a primeira lei do universo. Após muita reflexão e estratégias para enganar o chefe fingindo que trabalho, elaborei a versão feminina do gráfico:

Como conquistar um homem

Um recado: usem o desprezo moderadamente e da melhor maneira possível. Acima de tudo, torne isto uma atitude benéfica para ambos os lados.

Este post é dedicado ao meu amigo Rafael, criador desta teoria fabulosa. Valeu, Rafa!

A dúvida de não saber o que realmente pensamos que sabemos sobre outra pessoa realmente nos aflige. Desabafo!

Estou passando por um momento na vida que tudo que um dia já foi, já foi enterrado a  siete palmos do chão ou acreditamos que nunca mais voltaria, simplesmente voltou. Digo isso para expressar que realmente nunca sabemos o que se passa em nossas cabeças ou em nossos mais profundos sentimentos. As mudanças surgem como água sem pressa para entrar, vai se expandindo sem querer nada e, quando vemos, não conseguimos mais nos desfazer daquela água que hoje esbarra em nossos pés, nos fazendo sentir molhados por ela.

O grande ideal é aprender a entender estes momentos e saber que nada é por acaso. Só assim conseguiremos secar nossos pés e calçar novos sapatos.

Algumas considerações iniciais: Eu gosto MUITO de homens, admiro de verdade as mulheres bonitas e bem tratadas e vejo filme pornô heterosexual (desculpa aê, vó).

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Uma discussão entre amigos hoje me fez parar e escrever sobre um assunto que está em minha cabeça há tempos. Já tem um tempinho que eu e as duas outras cabeçudas que escrevem aqui estamos preparando um ensaio “sensual”, bem a la Paparazzo. Já temos o fotógrafo lindão e estamos decidindo algumas coisas sobre locação, o que vestir, estilo das fotos entre otras cositas más. Se vai dar certo, não sei. Mas esta idéia veio para matar a minha grande vontade de tentar, pelo menos um dia, ser sexy. É impressionante como algumas mulheres nascem com o puta dom da sensualidade. Aplaudo de pé aquelas que usam um jeans com camiseta básica e voilà, tudo perfeito.

Como infelizmente eu nasci com o dom de ser nada sensual, é preciso aprender as artimanhas com as profissas do ramo. Digo que tenho me empenhando. Algumas dançarinas de puteiro já estão me ensinando a rebolar – ô coisa difícil – e a tirar a roupa sensualmente (sem tropeçar ou cair). Muito empenhada, tenho treinado quase todos os dias no banho, quando troco de roupa … É legal treinar quando estou entre amigas, para conseguir opiniões sinceras se há evolução (ou não).

Engraçado é que a sensualidade ou provocação nunca foi a minha arma principal de conquista. Aliás, nunca poderia ser. Eu sempre fui gordinha e espinhenta. Sempre usei a minha sagacidade e inteligência como belas armas da sedução (uia!) e confesso que nunca saí perdendo não. Este é o retrato das mulheres atuais, meus amigos. Éramos um corpo e lutamos para sermos um cérebro. Agora lutamos mais a ainda para sermos um corpo, um cérebro, mãe, esposa e filha. Se eu conhecesse esta maldita que resolveu queimar sutiãs e influenciou todas as outras a fazer o mesmo, eu juro que mandava matar. Prontofalei.

Aproveitando o ensejo, deixo aqui uma questão: a mulher gostosa é aquela que é toda boa beijando e transando ou é aquela bonita com corpo escultural, bem bonita de só ver?

♫ Joe Cocker – You Can Leave You Hat On

Não morremos, fomos sequestradas ou abusadas sexualmente e ficamos com sequelas sexuais graves, ok? Apenas estamos BEM ocupadas com MUITAS coisas relevantes ($) neste momento.

Em breve, muito breve, haverá novidades legais.

Querido leitor: A inspiração aqui deste lado é sazonal, não implique!

As tão sonhadas férias estão chegando e isto tem me inspirado muito. Sonho com o mar, em dormir domingo sem pensar em acordar cedo, entre outras belezas que só as férias proporcionam.

Antes de iniciar este próximo tema é preciso deixar bem claro que não estou aqui para “malhar” os homens, ou isso e aquilo. Aprendi na marra que não posso maltratar aquilo que gosto. Portanto, os animais e os homens estão em meu coração.

Sempre fui paciente demais com comentários infelizes de pessoas que vivem em função do senso comum. Longe de mim viver eternamente na busca pela verdade. Mas alguns mitos, como, por exemplo, o casamento, me deixam bem impaciente. Na verdade, o que me deixa impaciente é a capacidade que a pessoas tem de invadir nossas vidas. Eu estou falando daquelas tias gordas e chatas que te pegam pela orelha para convencer que casamento é a melhor saída (não sei para o que). Só de lembrar que elas tentaram me casar com um ex-primo-peguete na primeira semana de pegação.

Adoro muito comer de graça em festa de família. Principalmente a minha, que é beeem animada e paga vários micos. Mas quando temos 24 anos e não somos casadas, parece que viramos um monstro e resolvem nos crucificar por simplesmente… Sermos solteiras! Não, a minha família não é indiana ou algo que valha para me obrigar a casar antes da irmã mais nova, mas não deixa a desejar quando o assunto é inconveniência.

Para lutar contra isto, elaborei uma estratégia simples e super válida. Para que nunca mais me perguntem mais nada sobre casamento (ai!), o diálogo deve ser na base do terrorismo. Quem me conhece bem vai saber como retrucar, mas quem não conhece, leva algumas respostas (idiotas) na cara.

Tia velha: - E aí, cadê o namorado?
- Qual deles? O número 1 está com a namorada oficial e o número 2 encheu meu saco e mandei “catar coquinho”. Hoje eu vim aqui nesta festa supimpa apenas para conhecer o futuro terceiro. Quem é aquele gracinha novo na família? Ele gosta de peitos?

Tia velha e chata: – Soube que você está namorando. Quando irão morar juntos?
(Esta não tem resposta. Dou uma risadinha graciosa e saio fora)

Tia velha, chata e gorda: – Na sua época eu já tinha dois filhos!
- Não, tia! Eu não quero casar com 24 anos, levar chifre aos 30 e separar aos 40 por causa dos filhos. Esta é a ordem natural de tudo e eu prefiro pular a parte do casamento cedo. Não me chame de radical! Sim, tia. Eu  desejo um dia juntar os trapinhos com alguém legal, bem gostoso e que goste de música boa para, quem sabe, criar uns fedelhos bonitinhos que chamamos de filhos.

Como diz uma amiga: “Você provoca duas prováveis reações nos homens – agrada, simplesmente porque você teve interesse nele, ou assusta. Você gosta de videogame, fala palavrão, bebe, faz piadas idiotas, não tem frescuras e pensa em sexo 24 horas por dia! Você é um amigão!”. Não! Não foi legal ouvir isto da boca da sua amiga, companheira fiel de aventuras. Desculpe-me, mas estou apenas tentando ser menininha.

Assumo que tenho medo de ficar assim. Velha, chata, gorda e achando que casamento é uma boa instituição. Ou pior: antes disso, chegar aos trinta e ter o famoso reloginho biológico acionado e, desesperadamente passar a achar que todos os homens são casáveis.

Aiiiii, não! Chuta que é macumba!

♫ Dead Fish – Contra Todos

Silvo PolidorEste é o grande motivo do sumiço: estou em mudança de Lar Doce Lar e com isso muitos movimentos são feitos. Foram obras, pinturas que não deram certo, outras que foram um sucesso, sem esquecer do pedaço do teto que o “Guri” (nome fictício para preservar a identidade do maldito) esqueceu de pintar, a porta solta … Mas, voltando ao momento muito mais importante, que é a retirada de dezessiete mil caixas e sacolas espalhadas por toda casa, sem alguma ordem existente.

Dediquei o final de semana para gravação do programa Extreme Makeover – Reconstrução Total. É claro que acordei e percebi que seria eu e Laila para realização do programa real e que estaríamos face to face com o inimigo. Depois de fazer muito de tudo, abrir muitas caixas, dobrar muitas roupas, varrer uma, duas vezes, lava ali, seca ali … Em um certo momento da limpeza pesada aconteceu o inesperado reencontro entre eu e umas das maiores maravilhas do século: o Silvo Polidor.

Limpa e lustra objetos de prata e ouro. Serve também para limpar metais prateados, inoxidável, cromados, niquelados e talheres de todos os tipos.

Comecei usando de mansinho no cesto de frutas de ferro, enferrujado pelo tempo de uso e pouca dedicação de limpeza braçal. Percebo que Silvo, com seu líquido ralo e esbranquiçado (não pensem merda, agora sou Maria), vai limpando e tirando as crostas que existem há alguns anos. Depois de alguns minutos o cesto voltaria a respirar novamente. Ele via a luz de seu brilho…

Tudo que era ferro, lata ou qualquer prata era Silvo na linha de frente para limpeza. E ele não deixava por menos, limpava tudo, deixando o seu melhor em cada peça que tinha o DEVER de limpar.

(Queria um cotonete agora, ainda não achei na mudança).

Depois de horas de faxinas, paradas para descanso, músicas e furadeiras, começamos a pensar que o Silvo poderia fazer muito mais. Começamos a experimentar em quase tudo, e ele ali firme e forte, acabando com tudo que passava em sua frente. E foi neste momento que a única coisa que estava ainda suja, o quadro DuMAUUU (carinhosamente chamado neste momento) estava virado para parede e continha lembranças, letras de músicas, palavras e frases inteiras de pessoas que passaram em nossas vidas. Ainda existia um vínculo ali e incomodava saber que nenhum produto teve a coragem de apagar palavras que um dia acreditamos serem verdadeiras. Assim, o Silvo chegou tão sutilmente e apagou cada palavra, letra, piche, lista de compras e mensagem de desejos… o ciclo mudou!

Agora acaba a saga do Silvo, O Polidor – depois de limpar tudo e todos. Não, na verdade a última saga será hoje, que irei tentar escovar os dentes com Silvo.

* A cor deste post foi modificada em homenagem ao Silvo.

Há um tempo uma amiga passou por uma situação que me fez pensar e realmente começar a ter “medo” de alguns tipos de homens.

Era carnaval. Todos brincavam, se divertiam e, em uma roda de amigos em comum, duas pessoas se olham. A partir desse dia não se desgrudam mais. Até aí tudo bem se divertir e, quem sabe, preencher o coração. Mas, logo no carnaval? Quem sabe poderia dar certo.

A festa pagã passou e os pombinhos continuavam juntos. Em pouco tempo a menina já freqüentava a casa dele, conhecera a família e isso tudo sem ao menos transar! Raridade hoje em dia. Em uma semana o rapaz pediu a moça em namoro. Rápido, né? Mas até aí continua tudo muito bem e maravilhoso. Namoro antes do sexo, qual mulher não acharia isso romântico? Duvido! Já com o sexo em dia, a moça era apresentada aos amigos do rapaz como namorada. O namoro ia de vento em popa, tudo correndo bem e normal, apesar de um pedido de namoro, digamos, bem rápido.

Após apenas um mês de namoro, o rapaz surpreende e diz que a ama. Apenas quinze dias após surpresa surpreendente, o rapaz simplesmente some. Não atende o celular nem dá sinal de fumaça. Ela insiste a fim de entender o que aconteceu com o amor. Com sua insistência, eles se reencontram para a famosa DR. Ela tenta entender o inexplicável do sumiço do rapaz e ele então anuncia a célebre (e intrigante) frase: Não tenho um pacote de sentimentos para investir na relação. Na boa, poutaquepariu! Nunca mais vou esquecer essa frase! A moça, como uma boa ariana, escutou, engoliu alguns dezessiete mil sapos e seguiu sua vida sem o dono do tal pacote de sentimentos.

Após 9 meses de solteira bem vividos, adivinha quem reaparece? Sim, o rapaz! Após um download completo do pacote de sentimentos no amor.com ele assustadoramente volta pedindo para passarem o ano novo juntos, dormir de conchinha nestas noites quentes do Rio de Janeiro, entre outros absurdos.

Mulheres, precisamos parar para pensar sobre esta espécie de homem. Estes que hoje, após uma gestação completa, aparecem na cara dura e com a famosa e bem conhecida frase: Tive medo de me apaixonar e por isso sumi. Sumir? Que morra! Hoje a moça não possui o tal pacote de sentimentos para investir na relação. Quem sabe ela possa vir a fazer uma visita ao amor.com e consegue facilmente este tal pacote, seja lá o que isto for!

No carnaval todo mundo é o que quiser e ninguém é de ninguém. Depois todo mundo volta ao normal.

O que um homem precisa saber e fazer para agradar uma mulher entre quatro paredes? Quem nunca viu um homem batendo no peito para dizer, com toda a convicção do mundo, que é bom de cama? Em minha opinião, para ser considerado um especialista entre quatro paredes (em muitas vezes ao ar livre) é preciso saber, nada mais nada menos, agradar – e muito bem – uma mulher.

Confira algumas dicas:

. O beijo é o principal segredo de um homem. Um beijo quente acompanhado de uma boa pegada deixa qualquer mulher sem fôlego. Contrário do que alguns acham, as mulheres pegam fogo com os beijos que rolam durante a transa. Muitos homens esquecem deste detalhe importante na hora dos “finalmentes”.

. Não basta fazer as preliminares, é preciso mostrar que gosta. É excitante quando percebemos que o cara realmente gosta de mulher e dedica o tempo que for para cada parte do seu corpo. Quando ele se dedica às preliminares não só porque sabe que você gosta, mas sim porque demonstra que está tendo prazer.

. No momento ideal, a hora certa de começar a transa de fato, o homem não pode ser apressadinho. Não espere que a mulher goze nas preliminares, antes de qualquer coisa. Mulher odeia o homem que goza e nem quer saber se ela sentiu ou não o mesmo prazer.

. A pegada realmente parece unanimidade entre as mulheres. Existem mulheres que gostam de se sentir dominadas e até abusadas (às vezes), dependendo da intimidade.

. Nada de pedir autorização para isso ou aquilo. É melhor a mulher dizer para o cara parar de fazer certas coisas a ouvir ele pedindo permissão para tentar algo diferente. Se não gostamos, nós falamos! Uma das piores coisas é homem que pergunta se está doendo. Se estiver, lógico que vamos mudar de posição ou reclamar. Nossos gemidos não são de dor! Portanto, alerta aos homens: tenham atitude, façam!

Siga as dicas acima e consiga tudo (ou quase tudo) entre quatro paredes!

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